A Condessa Vésper (Ilustrado) (Literatura Língua Portuguesa) (Portuguese Edition)

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Por que sorriste? Sou um louco. Maldita a folha negra Em que Deus escreveu a minha sina Fagundes Varela 3. Paris, julho de Voltou ao Brasil em De a , publicou suas obras mais importantes, enquanto ocupou cargos de relevo junto ao Imperador. Esta recusa foi fatal para o poeta. Embora ele desposasse, posteriormente, D. Me fazem chorar. Com beijos nos pagam a dor de um momento, Muito penei!

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Para no cabo pagar-te, Meus dias unindo aos teus? V Mas que tens? X De mim afastas teu rosto? Negou-me a sorte mesquinha Perdoa, que me enganei! VI Nenhuma voz me diriges! XI Julgas-te acaso ofendida? Que ma darias - bem sei; De noite, quando acordava, Mas lembrem-te aqueles feros De dia em sonhos talvez! Mal sabes quanto lutei! Tantos projetos risonhos, Tudo esse engano desfez!

VII Oh! Ouvir-te a voz comovida E um louco fui, nada mais! Da dor que me rala o peito E se do mal que te hei feito, Um dia vivemos! Cem vezes hei visto crescer e baixar Minha terra tem primores, Observa com propriedade D. No more! Se cale por meu triste passamento.

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Deixai a lua prantear-me a lousa! Que sol! De meu pai De na vida gozar de teus amores. Beijarei a verdade santa e nua, Verei cristalizar-se o sonho amigo A dor de um desengano me devora Essencialmente comu- Entre as nuvens do amor ela dormia! Era a virgem do mar! Que amor, que sonhos, que flores, Formas nuas no leito resvalando Debaixo dos laranjais!

Por ti - as noites eu velei chorando, Por ti - nos sonhos morrerei sorrindo!

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Conhecido como o Poeta da saudade. Que sintas Trepava a tirar as mangas. Saltavam, Voavam, Oh! Lascivo Quem dera Carmim; Que sintas! Corrias, - Eu vi! Fugias, Meu Deus! Que em sonho Quem dera Nos vem! Que sintas! Mandavas Pensavas, A quem?! Mimosa Quem dera No vale Que sintas! Batida, - Eu vi!

Na valsa Quem dera Veloz! Mas mudo - Eu vi! As pobres flores da grinalda virgem! Anjo enlodado nos pauis da terra. Eu te diria: - desfolhou-a o vento! O pai era E a pobre nunca reviver pudera, juiz. Faculdade de Direito.

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Em casa-se; mas no ano seguinte, II Ai! Em muda-se para Recife. Morre-lhe a esposa.


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Nem o segundo casamento o corrige. Aspectos mais importantes de sua obra: No fogo vivo eu me abrasara inteiro! Um dia vos verei mais belas companheira. Seus motivos Que me circunda a fronte cismadora! Sede benditas! A Acharei um consolo a meus tormentos! Morto a 11 de dezembro de Ressoa o sino da freguesia, Eras a messe de um dourado estio! Cantam os anjos: - Ave! Repete as vozes: - Ave! A matutina brisa Reza baixinho: - Ave! Doce harmonia! Hora divina! O corpo que foi meu! A quem diga o meu - adeus. Leva-me ao nada, leva-me contigo.

Para nutrir-se de meu suco impuro, Talvez me espera uma plantinha linda. Qual o oceano? Donde vem? Defendeu, com versos inflamados e ousadas figuras, os escravos, revelando corajosamente a Oh!


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Defendeu ainda o povo esquecido, inculto e Homens do mar! Versos que Homero gemeu Que semelha no mar - doudo cometa! Desce mais Que canto funeral! Que cena infame e vil Meu Deus! Que horror! Que lhe ensina o velho mar! IV Cantai! Cantando, geme e ri Faz doudas espirais! Qual num sonho dantesco as sombras voam Rolai das imensidades! Ontem simples, fortes, bravos Ontem plena liberdade A vontade por poder Se eu deliro Vai lentamente cantando Astros!

Uma tirana indolente, Rolai das imensidades! E o menino ri contente Mas continua a cantiga E ri sem ver o tormento Daquele amargo cantar. Os prantos do seu pensar A cantiga cessou.


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  4. Um dia Deus morreu Escravos, esperai! Que ocultas com tanto esmero? Negra serpe, que enraivada, Morde a cauda, morde o dorso Por que tremes, mulher? E te curva a cerviz?

    Table of contents

    O que nas dobras do vestido ocultas? A esmola ao leproso, ao pobre. Deixai meu filho Meus senhores, Da sociedade, deste tredo mar.

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